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Equipe da SDS/UnB analisa cenário de Covid-19 no Distrito Federal

Equipe da SDS/UnB analisa cenário de Covid-19 no Distrito Federal

DF apresenta risco moderado de infecção pelo coronavírus. Atividades presenciais na Sala devem seguir as orientações de acordo com a fase que a capital se encontra

Texto: Fernanda Angelo 

Imagem: Renato Laky  por Pixabay

Devido ao cenário atual em relação à pandemia do coronavírus no Brasil e no mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça que é preciso avaliar o risco de infecção pelo Sars-Cov-2 para a tomada de decisões e também para planejar as medidas de convívio social. Com base na recomendação e no modelo proposto pela OMS, especialistas da Sala de Situação da Universidade de Brasília – SDS/UnB classificaram o risco de contágio no Distrito Federal como moderado e trouxeram orientações para os colaboradores que queiram e possam retomar as atividades na Sala. 

Para avaliar o risco, a equipe da SDS seguiu os critérios de avaliação no DF que englobam:  número de casos por Sars-Cov-2, dados sobre mortalidade, informações sobre atendimentos em unidades de saúde ou outros serviços, possibilidade de reintrodução de medidas sociais, bem como o cenário na rede pública de saúde. Essas informações podem ser acompanhadas pelo Relatório de Situação do Distrito Federal – Sitrep DF, produzido pela equipe da SDS/UnB e disponível no site. 

Com base nesses critérios, o Distrito Federal foi classificado com risco moderado, ou seja, indica que há um risco para a flexibilização das atividades e medidas sociais. De acordo com as responsáveis pela análise, Cecília Balbino e Rafaela dos Santos Ferreira, ambas estagiárias da SDS/UnB, não há evidências suficientes para mudanças de fases em relação crescente. Nesse caso, elas explicam que é importante reforçar o monitoramento das populações vulneráveis, garantir a disponibilidade de insumos e garantir a testagem da força de trabalho. 

Com base na análise, a sugestão é que os colaboradores da SDS/UnB que usam transporte público retomem as atividades presenciais desde que não sejam do grupo de risco e/ou não convivam com pessoas deste grupo específico. 

Saiba mais

Os níveis variam de acordo com os critérios de avaliação. Caso o nível no DF mude, as recomendações para o retorno das atividades na Sala serão outras. Confira os níveis de risco e as orientações para cada um: 

Nível baixo: Indica que diante todos os critérios estabelecidos, o nível de risco para a covid-19 se encontra baixo. Nesse caso é importante manter a avaliação dos indicadores, conduzir pesquisas e análises avançadas (fatores de risco, ajuste de sistemas de informação, distanciamento social, engajamento da comunidade). Os colaboradores que possuem contactantes pertencentes a grupos de risco podem retornar às atividades presenciais. 

Níveis muito alto e extremo: Nessa fase é possível observar um aumento muito grande entre os critérios estabelecidos e o número de casos, evidenciando o risco para a mudança de fase. É importante seguir algumas orientações como assegurar o distanciamento social, melhorar a infraestrutura para adoção de medidas, garantir insumos e garantir o funcionamento das áreas essenciais. Nesse caso, apenas os colaboradores que possuam transporte particular devem fazer trabalho presencial (colaboradores bolsistas). Vale esclarecer que a medida é apenas para colaboradores que não são do grupo de risco e/ou não possuam contactantes do grupo de risco. 

Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde (2020, 16 de abril.)

Plano de retomada

No dia 6 de fevereiro, a SDS/UnB divulgou o Plano de Retomada das atividades presenciais na Sala, com medidas de biossegurança de acordo com o nível de risco de transmissão da covid-19 no DF. Veja aqui. 

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