Formulário de Contato

Perguntas voltadas para comunidade acadêmica

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Universidade de Brasília aprovou a retomada do calendário acadêmico para o dia 17 de agosto, porém as atividades serão realizadas por meio remoto.


Referências:
Secretaria de Comunicação da UnB, Nota de boas-vindas na retomada do semestre letivo de 1/2020, Brasília:18 de Agosto de 2020. Disponível em:
https://www.noticias.unb.br/69-informe/4378-nota-de-boas-vindas-na-retomada-do-semestre-letivo-de-1-2020 .Acesso em: 20 de Agosto de 2020.

De acordo com a Resolução do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
n°0015/2020, no uso de suas atribuições, em sua 602a Reunião Ordinária, realizada em 23/03/2020, e considerando as informações prestadas pelo comitê Gestor do Plano de Contingência em Saúde da COVID-19 da Universidade de Brasília, foi decidida a suspensão do calendário acadêmico do primeiro semestre de 2020 pelo tempo que durar a situação de emergência de saúde relacionada à pandemia do novo coronavírus
no Distrito Federal. Contudo, a volta das atividades da Universidade, segundo o Plano de Contingência da UnB seguirá de forma gradativa e de acordo com a última fase da pandemia, neste caso, a fase de recuperação, a qual é divida em três subfases: inicial, parcial e completa. Assim, o retorno das atividades por completo ocorrerá no momento em que atingir a última subfase do período de recuperação da pandemia. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Universidade de Brasília aprovou a
retomada do calendário acadêmico para o dia 17 de agosto, porém as atividades serão realizadas de forma virtual.


Referências:
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, Resolução do Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão n°0015/2020, 23 de abr. de 2020. Disponível em: Acesso em: 17 de jul. de 2020.


Secretaria de Comunicação da UnB, Nota de boas-vindas na retomada do semestre letivo de 1/2020, Brasília:18 de Agosto de 2020. Disponível em:
https://www.noticias.unb.br/69-informe/4378-nota-de-boas-vindas-na-retomada-do-semestre-letivo-de-1-2020 .Acesso em: 20 de Agosto de 2020.

O plano em discussão prevê uma etapa de retomada 100% remota e outras etapas parcialmente remotas (com atividades presenciais e a distância). O planejamento foi feito considerando as diferentes fases da pandemia do novo coronavírus e as recomendações das autoridades de saúde para a prevenção do contágio. A prioridade é garantir a saúde de todos os membros da comunidade acadêmica. Desse modo, foi aprovado em votação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Universidade de Brasília a retomada das atividades de ensino a partir do dia 17 de
Agosto com atividades realizadas de forma virtual por um determinado período. Tal possibilidade não é o mesmo que educação a distância (modalidade de ensino com pedagogia própria), apenas uma forma de manter exercícios domiciliares por um prazo estabelecido. Levando em conta todas estas adaptações, o Conselho estabeleceu que a retomada levará umas três semanas de ambientação.


Referências:
Secretaria de Comunicação da UnB, Entenda o que é fato sobre a volta as aulas na UnB, Brasil, 25 de jun de 2020. Disponível em: Acesso em: 28 de jun de 2020.
Secretaria de Comunicação da UnB, Nota de boas-vindas na retomada do semestre letivo de 1/2020, Brasília:18 de Agosto de 2020. Disponível em:
https://www.noticias.unb.br/69-informe/4378-nota-de-boas-vindas-na-retomada-do-semestre-letivo-de-1-2020 .Acesso em: 20 de Agosto de 2020

Essa é uma das principais preocupações da administração – tanto é que parte importante da retomada é a realização de pesquisa social com todos os membros da comunidade universitária, principalmente estudantes. Este levantamento vai dar uma noção mais real de quantas pessoas precisarão de apoio para a eventual realização de atividades domiciliares. A Universidade de Brasília (UnB) liberou um auxílio emergencial
para estudantes que não tem acesso à internet e computador para isso os interessados devem preencher um formulário online, esta medida foi feita para que os alunos pudessem participar da retomada do semestre letivo no dia 17 de Agosto.


Referências:
Secretaria de Comunicação da UnB, Entenda o que é fato sobre a volta as aulas na UnB, Brasil, 25 de jun de 2020. Disponível em: Acesso em: 28 de jun de 2020.
https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2020/07/16/unb-oferece-auxilio-emergencial-para-estudantes-sem-acesso-a-internet-e-computador-no-df.ghtml

A decisão sobre a volta às aulas compete ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), colegiado da UnB que delibera sobre o calendário acadêmico. Ou seja, não cabe à Reitoria decidir sobre o assunto. O tema da retomada do calendário será, em momento oportuno, levado para a discussão pelo Cepe, que, então, tomará a decisão, por meio de votação. O Cepe é um dos três colegiados superiores da UnB e possui representantes de todos os institutos e faculdades e de estudantes (de graduação e de pós-graduação). Fonte: Secretaria de Comunicação da UnB, Entenda o que é fato sobre a volta as aulas na UnB, Brasil, 25 de jun de 2020. Disponível em: Acesso em: 28 de jun de 2020.

· Abertura em horários específicos, diminuindo o tráfego de alunos e servidores, evitando a aglomeração;

· Capacitação dos serviços de vigilância para manter o distanciamento mínimo de 1 metro entre pessoas na fila, limitação do acesso e controle do número de entradas;

· Adequar o layout das mesas para atender à distância mínima entre as pessoas de pelo menos 1,5 metro – outra possibilidade é o uso de barreiras físicas;

· Reforçar a higienização de mesas e cadeiras (pelo menos 4 vezes ao dia);

· Dar preferência ao uso de talheres e copos descartáveis e substituição de bandejas por materiais descartáveis;

· Disponibilização de álcool em gel em cada mesa;

· Uso obrigatório ou disponibilização de limpa sapato – tapete ou toalha umidificada de Hipoclorito de sódio a 2% para higienização e desinfecção de sapatos na entrada do estabelecimento ;

· Dispor de comunicados que instruam os usuário do RU sobre as normas de proteção que estão em vigência no restaurante;

Fonte: Vigilância Sanitária orienta sobre os cuidados na reabertura de bares e restaurantes no DF, 14 de jul de 2020. Disponível em: Acesso em: 17 de jul. de 2020.

Sim! A UnB desenvolveu um plano de contingência em saúde mental e apoio psicossocial envolvendo vários setores da Universidade na composição de um Subcomitê de saúde mental e apoio psicossocial, coordenado pela Diretoria de Atenção à Saúde da comunidade universitária (DASU) . Existem várias ações de apoio psicológico e Promoção da Saúde disponíveis para toda comunidade universitária. Para maiores informações, por favor veja o site: http://dasu.unb.br/ ou siga-nos no Instagram : @dasu_unb Você não está sozinha! Você não está sozinho! Conte conosco!

Fonte: Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária Disponível em: Acesso em 17 de jul. de 2020.

As ações de comunicação têm sido importantes para comunicação com a comunidade universitária. O plano de comunicação visa os diferentes níveis de resposta e as demandas dos diferentes grupos-alvo. O site da UnB é atualizado semanalmente com as informações oficiais sobre as atividades acadêmicas e sobre a Covid-19: https://www.unb.br/. A comunicação propõe facilitar e agilizar o acesso a conteúdos oficiais e atualizados sobre todas as ações e notícias durante a pandemia, e especialmente, as ações empregadas pelo COES na assistência à comunidade e no monitoramento de casos. As redes sociais também estão sendo amplamente usadas como veículos de comunicação com a comunidade, com o objetivo de ampliar a circulação de informações corretas para todos. Posts, Vídeos de entrevistas com especialistas e ilustrações didáticas estão sendo postados. Diante disso, toda a comunidade universitária, com todos os seus segmentos, constitui o principal grupo-alvo, além de unidades com características próprias para fins de orientações, recomendações e monitoramento.

Fonte: Comitê Gestor do Plano de Contingência da Covid-19, PLANO DE CONTINGÊNCIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UnB) PARA ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA DE COVID-19, 6a versão: mai. de 2020. Disponível em: Acesso em: 17 de jul de 2020.

A administração instituiu, no início de maio, um comitê para estruturar a retomada das atividades acadêmicas. O Comitê de Coordenação de Acompanhamento das Ações de Recuperação (Ccar), presidido pelo vice-reitor, Enrique Huelva, trabalha para incorporar as diversas informações trazidas por áreas acadêmicas e administrativas a respeito de suas especificidades, para que o retorno das atividades ocorra de maneira ordenada. O Ccar também está ouvindo estudantes, técnicos e docentes, por meio do diálogo com diretores, coordenadores, representantes do DCE, da ADUnB e do Sintfub, de centros acadêmicos e outras lideranças estudantis. As contribuições de todos estão sendo levadas em conta no plano de retomada.

Fonte: Secretaria de Comunicação da UnB, Entenda o que é fato sobre a volta as aulas na UnB, Brasil, 25 de jun de 2020. Disponível em: Acesso em: 28 de jun de 2020.

A pandemia exige de todos – indivíduos, sociedade e instituições – cautela e responsabilidade. O objetivo principal, neste momento, é salvar vidas. A UnB fará a retomada no momento adequado, com o cuidado exigido pela situação e sem prejudicar ninguém. Importante lembrar que, mesmo com o calendário acadêmico suspenso, a Universidade não parou: estão em curso dezenas de projetos de combate à COVID-19, atividades virtuais, acolhimento em saúde mental e tantas outras iniciativas. A UnB permanece viva, ativa e servindo à sociedade brasileira.

Fonte: Secretaria de Comunicação da UnB, Entenda o que é fato sobre a volta às aulas na UnB, Brasil, 25 de jun de 2020. Disponível em: Acesso em: 28 de jun de 2020.

A Universidade tem como planejamento para a prevenção da COVID-19, informações e orientações de acordo com o Comitê Gestor do Plano de Contingência em Saúde da COVID-19 da Universidade de Brasília (COES). No Plano de Contingência da UnB encontra-se os procedimentos que devem ser realizados em cada fase da pandemia, principalmente o que concerne na fase de recuperação, que é quando as atividades da universidade devem ser retomadas. O Comitê Gestor da UnB (COES) criado pela Reitoria da Universidade de Brasília mantém atualização epidemiológica e científica diariamente para subsidiar a comunidade com informações seguras e orientações corretas. A conscientização será feita através dos públicos alvos para comunicação, como Faculdade de Comunicação (FAC); Casa do Estudante Universitário (CEU); Comunica-FS; Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB); Biblioteca Central (BCE); Restaurante Universitário (RU/UnB) e Centros Acadêmicos. Além dos próprios alunos da universidade, sendo sugeridos pelos próprios professores, utilizando-se de cartazes espalhados pelo campus e até mesmo nos banheiros, a fim de tornar a informação democrática e prática acerca do vírus e suas atualizações.

Fonte: Comitê Gestor do Plano de Contingência da Covid-19, PLANO DE CONTINGÊNCIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UnB) PARA ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA DE COVID-19, 6a versão: mai. de 2020. Disponível em: Acesso em: 17 de jul de 2020.

Ainda não há uma data para a retomada das atividades de ensino. O calendário acadêmico foi suspenso pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) – um dos três órgãos colegiados superiores da UnB – em 23 de março e está interrompido desde então.

Fonte: Secretaria de Comunicação da UnB, Entenda o que é fato sobre a volta às aulas na UnB, Brasil, 25 de jun de 2020. Disponível em: Acesso em: 28 de jun de 2020.

Não. O CCAR cuida da parte operacional do preparo para a retomada. Ou seja, faz o levantamento das diferentes realidades acadêmicas e articula ações de logística para deixar os campi preparados (mesmo que não haja atividades presenciais). Todo o trabalho, porém, é feito em diálogo constante com diretores de institutos e faculdades, representantes dos conselhos superiores e dos três segmentos que compõem a Universidade (estudantes, técnicos e docentes).

Fonte: Secretaria de Comunicação da UnB, Entenda o que é fato sobre a volta as aulas na UnB, Brasil, 25 de jun de 2020. Disponível em: Acesso em: 28 de jun de 2020.

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Perguntas feitas pelos municípios

Estudos têm demonstrado que sim. A contaminação pode ocorrer mais de uma vez, porém a resposta celular contra o vírus pode manifestar-se diferente da primeira infecção, isso vai depender da imunidade de cada pessoa. Ou seja, o organismo humano apresenta duas formas de defesa: a imunidade inata e adaptativa. A primeira corresponde a primeira barreira de proteção contra invasores e não apresenta memória imunológica. Ao contrário disso, a segunda barreira de proteção, diz respeito a produção de anticorpos que combate os patógenos. Tendo em vista essas duas formas de defesa celular, a contaminação pelo novo coronavírus pode gerar respostas de defesa diferente em cada pessoa. Com isso, pode ocorrer de fato uma reinfecção, porém, até o momento, ainda não se tem estudos que comprovam o tempo de duração da imunidade e se os sintomas neste caso se apresentam ou não de forma mais branda nesses indivíduos.

Referências:

GALLAGHER, James. Imunidade e coronavírus: é possível pegar covid-19 mais de uma vez? Esta e outras questões ainda sem resposta. BBC News. 29 de abril de 2020. Disponível em: . Acesso em: 16 jun. de 2020.

MIZOBE-ONO, L.; ARAÚJO, J.L.P.; DOS-SANTOS, M.C. Componentes das imunidades inata e adaptativa presentes na saliva humana. Revista de Odontologia da UNESP. V.35 ed. 4 p.253-261, 2006. Disponível em: https://www.revodontolunesp.com.br/article/588017df7f8c9d0a098b4954/pdf/rou-35-4-253.p df. Acesso em: 16 jun. De 2020.

Estudos indicam que sim, mas apenas se estiver contaminada, tendo em consideração que “A saliva é constituída de aproximadamente 99,5% de água e age como um lubrificante para a mastigação na cavidade oral e deglutição”, a água pode ser uma forma de transmissão, uma vez que o COVID-19 é transmitido por meio de gotículas.

Referências:

MORIEL, Patrícia et. al.Influência do fumo na atividade da amilase salivar e na curva glicêmica. Rev. Nutr. vol.23 no.4. Campinas July/Aug. 2010. Disponível em: . Acesso em: 11 de abr. de 2020.

Organização Mundial da Saúde. Folha informativa – COVID-19 (doença causada pelo novo coronavírus). 11 de abr. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 11 de abr. de 2020.

Não necessariamente, na verdade, pessoas de qualquer idade com certas condições médicas concomitantes, as chamadas comorbidades, estão em risco aumentado de ter doença mais grave e consequentemente evolução à óbito. Cita-se dentre as comorbidades de risco o câncer, a doença renal crônica, a doença pulmonar obstrutiva crônica, a obesidade, doenças cardiovasculares graves (como a insuficiência cardíaca, doença coronariana, ou cardiomiopatias), a diabete mellitus tipo 2, pacientes imunossuprimidos, ou portadores de anemia falciforme.


Referência: CDC. People with Certain Medical Conditions . Disponível em: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/people-with-medical-conditions.html. Acesso em: 20 ago. 2020.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), as máscaras caseiras são eficazes seguindo algumas orientações simples, como: ter pelo menos duas camadas de pano; ser de uso individual; cobrir totalmente o nariz e boca (sem deixar espaços nas laterais); e, podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT, entre outros, desde que siga a higienização correta.

Referências:

Máscaras caseiras podem ajudar na prevenção contra o Coronavírus. Disponível em: . Acesso em: 13 abr. 2020.

As máscaras caseiras, segundo o Ministério da Saúde (MS), são eficientes e grande aliadas no combate a propagação do coronavírus. Porém, para ser eficiente são necessárias algumas recomendações para a sua confecção e seu uso. Ou seja, é preciso que a mesma tenha pelo menos duas camadas de tecido e sejam desenhadas corretamente de modo que se ajustem na face cobrindo a boca e nariz, dentre os tecidos, podem ser de algodão, TNT, tricoline e outros. Quanto ao seu uso, estas devem ser de uso individual, higienizadas diariamente com sabão ou água sanitária, deve ser trocada toda vez que apresentar umidade. As máscaras com válvula de exalação são eficazes, porém, no atual momento em que há escassez de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), o uso destas se restringe aos trabalhadores que estão no combate da linha de frente do Covid-19, como profissionais da área de saúde, por exemplo. E a máscara com válvula de exalação indicada para a proteção dessa classe de trabalhadores é PFF2, equivalente a N95, que retém gotículas contendo covid-19 e outros aerossóis. Já as PFF1, segundo a Anvisa, não são recomendadas para uso contra agentes biológicos. Vale ressaltar que nenhuma medida é 100% eficaz para prevenir infecções, porém todas as medidas em conjunto e seguidas de acordo com os Órgãos de saúde minimizam o risco a exposição e contaminação das mesmas.

Referências:

MÁSCARAS CASEIRAS PODEM AJUDAR NA PREVENÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS. Ministério da Saúde, c 2013/2020. Disponível em: . Acesso em: 17 jun. de 2020.

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária- ANVISA. Cartilha de Proteção Respiratória contra Agentes Biológicos para Trabalhadores de Saúde [PDF]. Porto Alegre- RS, out. 2006. Disponível em: . Acesso em: 17 jun. de 2020.

Não necessariamente. Neste caso, primeiro deve – se levar em conta se a pessoa esteve exposta ao vírus, ou seja, teve contato com alguém ou áreas de transmissão comunitária ou cenário de transmissão alta da COVID-19. Segundo, o quadro clínico inicial apresentado (febre, vômito, dor de garganta, dor de cabeça e delírios) a princípio, não corresponde a Síndrome Gripal (febre>37,8°C, tosse, dispneia, mialgia e fadiga, sintomas respiratórios superiores e sintomas gastrointestinais, como diarreia- mais raros) que caracteriza os sinais e sintomas para o diagnóstico da COVID-19 descritos no protocolo de manejo clínico do coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária de Saúde. Porém, se a febre e o vômito persistirem ou algum outro sinal e/ou sintomas se manifestarem, procure uma unidade de atendimento mais próximo da sua residência para avaliação de um profissional de saúde. Vale lembrar que o distanciamento social e as medidas de prevenção recomendadas pelo Ministério da saúde são a melhor forma de não adquirir a doença no momento.

Referências:

Protocolo de manejo clínico do coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde [PDF]. Brasília – DF, 2020. Disponível em:< https://www.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/20/20200318-ProtocoloManejo-ver002.pdf >. Acesso em: 27 abr. 2020.

SAÚDE ANUNCIA ORIENTAÇÕES PARA EVITAR A DISSEMINAÇÃO DO CORONAVÍRUS. Ministério da Saúde. c2013/2020. Disponível em: Acesso em: 27 abr. de 2020.

Ao perceber os sintomas que caracterizam casos como tosse e febre leves, é recomendado o manejo com medidas não farmacológicas como repouso hidratação, alimentação adequada, além de analgésicos e antitérmicos. Lembrando que nenhum medicamento deve ser usado sem prescrição de um profissional de saúde. Ressalta-se que a procura por atendimento médico deve-se, somente, caso apresentar dificuldade de respirar. Caso contrário permaneça em casa e monitore os sinais e sintomas.

Referências:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde: Protocolo de manejo clínico do coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde [PDF].Brasília-DF, mar. 2020. Disponível em:. Acesso em: 27 abr. 2020.

DÚVIDAS SOBRE O CORONAVÍRUS? TELECOVID OFERECE ORIENTAÇÕES. Agência Brasília, 20 abr. de 2020. Disponível em:. Acesso em: 27 abr. de 2020.

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19). Organização Mundial da Saúde, 17 abr. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. de 2020.

O isolamento social foi uma das medidas recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e adotadas em vários municípios do Brasil. O cumprimento dessa medida é fundamental para evitar a transmissão do vírus a novas pessoas, especialmente as que contempla o grupo de risco, além de evitar colapso no sistema de saúde pela quantidade de pessoas infectadas no mesmo instante de pico da doença. Assim, ficar em casa durante a pandemia traz segurança não somente para a família, mas também para a sociedade como um todo. Ou seja, na ausência ou presença de sintomas da COVID-19, o melhor a se fazer é ficar em casa, salvo os trabalhadores essenciais e combatentes na linha de frente no momento. Quanto a previsão de término do isolamento, ainda não se tem uma data específica para tal. Em contrapartida, alguns governadores de alguns estados e do Distrito Federal já assinaram decretos para a funcionalidade parcial de alguns serviços considerados essenciais à população. Mas isso, não significa que os cuidados e restrições como ficar em casa estão em desacordo. Assim como alguns serviços essenciais, foram assinados decretos para a volta às aulas, porém de forma remota. Presencialmente, as aulas serão retomadas apenas quando a situação atual se normalizar.

Referências:

CORONAVÍRUS: ENTENDA A IMPORTÂNCIA DE SE MANTER A PRÁTICA DO ISOLAMENTO SOCIAL. Notícias da ESP-CE, c 2017-2020. Disponível em: . Acesso em: 16 jun. De 2020.

RODRIGUES E KENZO MACHIDA. CNN Brasil, 2020. Nacional. Disponível em: . Acesso em: 16 jun. De 2020.

CONSULTA PÚBLICA DO PLANO DE VOLTA ÀS AULAS É PRORROGADA ATÉ 27/5. Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal – SEEDF, c2020. Disponível em: . Acesso em: 16 jun. De 2020.

De acordo com atualizações do Protocolo de manejo clínico do coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária de Saúde, são disponibilizados para detecção do coronavírus: o diagnóstico laboratorial (RT- PCR) e testes rápidos. Ambos são utilizados na confirmação da COVID-19 em pacientes suspeitos da doença. Porém, para se obter um resultado fidedigno, os testes devem obedecer ao momento, a hora mais adequada para serem realizados. Ou seja, deve seguir a janela imunológica da doença. Assim, o diagnóstico laboratorial (RT- PCR) deve ser feito após o terceiro dia de início dos sintomas até o sétimo dia. Já o teste rápido, é preferível que seja realizado, a partir do oitavo dia do início dos sintomas. Caso contrário, se ambos os testes diagnósticos tenham sido feitos de forma precoce ou tardio, estes podem apresentar falso-negativo para a COVID-19. É importante frisar que, no momento atual os testes apesar de importante para o diagnóstico da doença, ainda não é disponibilizado para todas as pessoas. Com isso, é recomendado procurar atendimento médico somente no caso de sintomas mais graves ou desconforto respiratório.

Referências:

MEDEIROS,Martins. Protocolo de manejo clínico do coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde.2020. (47m 41s). Disponível em:< https://youtu.be/IYIR0HuenhY. Acesso em: 22 abr. 2020.

Brasil. Ministério da Saúde.Orientações para manejo de pacientes com covid-19. c 2020. Disponível em:.Acesso em 17 jul de 2020.

LACERDA, Paula. Testes do coronavírus: saiba identificar os tipos de exames e suas indicações clínicas. O globo, 2020. Disponível em:. Acesso em: 22 abr. de 2020

A duração do coronavírus no organismo depende do perfil de vulnerabilidade imunológica, ou seja, varia de pessoa para pessoa. As pessoas que são consideradas do grupo de risco tendem a permanecer mais tempo apresentando sintomas, e podendo vir a óbito, devido às complicações no decorrer da evolução da doença. Um relatório da Organização Mundial de Saúde/ China sobre Coronavírus (Covid-19), mostrou que o tempo médio desde o início até a recuperação clínica para casos leves é de aproximadamente 2 semanas e de 3 a 6semanas para pacientes com doença grave ou crítica. Com dados preliminares, o mesmo estudo sugere que o período de tempo desde o início até o desenvolvimento de graves doença, incluindo hipóxia, é de 1 semana. Entre os pacientes que morreram, o tempo entre o início dos sintomas até o resultado varia de 2 a 8 semanas.

O CDC ( Centers for disease control and prevention ) americano reuniu informações de artigos e estudos científicos e sugeriu que uma pessoa recuperada da infecção inicial de corona pode permanecer com carga viral baixa de SARS-Cov-2 até 3 meses após o diagnóstico, podendo ter resultados positivos durante esse período. Porém, esses pacientes não são capazes de contaminar outros.


Referências:
CDC. When You Can be Around Others After You Had or Likely Had COVID-19. 2020. Disponível em:https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/if-you -are-sick/end-home-isolation.html.
Acesso em: 20 ago. 2020

STEPHEN, A. Lauer et al. O período de incubação da doença de coronavírus 2019 (COVID-19) de casos confirmados divulgados publicamente: estimativa e aplicação. Annals of Internal Medicine [online]. 5 de maio de 2020. v. 172 ed. 9 p. 577-582. Disponível em: https://doi.org/10.7326/M20-0504 Acesso em: 25 jun de 2020.RELATÓRIO DA MISSÃO CONJUNTA OMS-CHINA SOBRE DOENÇA DE CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19). World Health Organization. PDF [Traduzido]. 28 de Fevereiro de 2020. Disponível em: . Acesso em: 17 jul de 2020.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tempo entre a exposição ao COVID-19 e o momento em que os sintomas começam é geralmente de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

Referências:

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19). Organização Mundial da Saúde, 17 abr. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. de 2020.

É provável que sim. Se todos os locais públicos forem higienizados, e, ainda assim, houverem pessoas infectadas, o vírus pode continuar “rodando” pela cidade, uma vez que a contaminação ocorre por meio de gotículas de excreções, gotículas, uma pessoa infectada pode utilizar as mãos para tossir ou espirrar e tocar em algum local que várias pessoas passam a mão, como corrimãos, contaminando novamente, mesmo que com as devidas higienizações. Dito isso, é fulcral o isolamento social, evitando cada vez mais contaminações e mais superlotação dos hospitais.

Referências:

Organização Mundial da Saúde. Folha informativa – COVID-19 (doença causada pelo novo coronavírus). 11 de abr. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 11 de abr. de 2020.

CAZASSA, MJ. Principais armadilhas da mente em tempos de coronavírus: como identificar e minimizar as consequências. 22 de mar. de 2020. Disponível em: Acesso em: 11 de abr. de 2020.

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Perguntas técnicas sobre o COVID19

Não, a resposta dos organismos frente à infecção pelo coronavírus possuem variações individuais de cada pessoas associada ao estado do sistema imune destas e com a presença ou não de comorbidades (doenças que agravam o quadro causado por este agente). Portanto, em pessoas sadias, sem comorbidades, capazes de combater à infecção, os sinais serão semelhantes ao de um resfriado, acrescentando a probabilidade de perda transitória de paladar ou olfato. Porém, em idosos ou pessoas
que apresentem comorbidades, a infecção pode se agravar de tal forma a causar uma pneumonia aguda severa capaz de levar o indivíduo a morte.


Referências:
Hassan S, Sheikh F N, Jamal S, et al. Coronavirus (COVID-19): A Review of Clinical Features, Diagnosis, and Treatment. Cureus, v.12 n. 3. DOI 10.7759/cureus.7355, 2020.

Iser, B. P. M. et al. Suspected COVID-19 case definition: a narrative review of the most frequent signs and symptoms among confirmed cases. 2020. Epidemiol. Serv. Saude , v. 29, n. 3, 2020

Não existem evidências científicas que comprovem isso. Primeiramente, de acordo com o Ministério da Saúde (MS), a temperatura corporal de humanos é de pelo menos 36°C, portanto, ingerir água e outros líquidos quentes não apresentam relação alguma à prevenção, eliminação ou cura para o coronavírus (COVID-19), visto que, o vírus suporta temperatura de no mínimo 36°C no corpo humano. Segundo, o limão é rico em vitamina C e traz benefícios para a saúde, porém, o mesmo não tem relação de combate ao coronavírus, além disso, e ainda de acordo com o MS, até o momento não há medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina capaz de evitar a infecção pelo coronavírus.

Referência:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Um ano saúde sem fake news. Brasília: 2020. Disponível em:. Acesso em: 05 abr. de 2020.

A cloroquina não pode ser considerada cura nem tratamento para o COVID-19. O que temos até o momento são pesquisas e experimentos com o medicamento que apresentam resultados relativamente satisfatórios, porém sem conclusões científicas finais para determiná-lo como tratamento propriamente dito. Recentemente o ministério da saúde brasileiro autorizou o uso do medicamento para teste em pacientes em estado grave do coronavírus.

Referências:

GAUTRET, Philippe. et al. Hidroxicloroquina e zitromicina como tratamento de COVID-19: resultados de um ensaio clínico não randomizado aberto – traduzido para o português. International Journal of Antimicrobial Agents. 20 de mar. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 2 de abr. de 2020.

MONTEIRO, Natália. Cloroquina poderá ser usada em casos graves de coronavírus. Ministério da Saúde, [S.I], 25 de mar. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 2 de abr. de 2020.

Os cientistas ainda estão em busca da fonte primária e origem do SARS-CoV-2 (COVID-19), o betacoronavírus causador da pandemia atual. Até o momento, suspeita-se de algumas espécies de morcego, uma vez que foram encontrando cepas virais de betacoronavírus com carga genética muito semelhante ao do SARS-CoV-2 nestes animais. Apesar de muitos vírus causarem infecções espécie-específicas, ou seja, apenas em uma espécie, o contato constante associado ao potencial de mutação viral o torna capaz de transpassar essa barreira e causar infecções em outras espécies, inclusive em seres humanos.


Referências:
Duarte, P. M. COVID-19: Origem do novo coronavírus. Braz. J. Hea. Rev , v. 3, n. 2. 2020.

Moren, D. M. et al. The Origin of COVID-19 and Why It Matters. Am. J. Trop. Med , 2020.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS, ainda não. O vírus é tão novo e diferente que precisa de sua própria vacina. Os pesquisadores estão tentando desenvolver uma vacina contra 2019-nCoV. Sendo assim, até o momento não existe medicamento, substância ou vacinas que possam evitar a contaminação pelo coronavírus ou a cura. Conforme a Sociedade Brasileira de Infectologia, como tratamento, é indicado repouso e ingestão de líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos .Nos casos de maior gravidade com pneumonia e insuficiência respiratória, suplemento de oxigênio e mesmo ventilação mecânica podem ser necessários. Fontes: OMS / SBI.

Altas temperaturas e umidade reduzem a transmissão da influenza e do SARS. Isso indica que a chegada do verão e da chuva no hemisfério norte pode, efetivamente, reduzir a transmissão do COVID-19. Há formas de reduzir a transmissão, mas não há pesquisas que provem que o vírus não é transmitido em temperaturas superior a 20°.

Referências:

WANG, jIngyuan, et al. High Temperature and High Humidity Reduce the Transmission of COVID-19. Social Science Research Network. 9 de mar. de 2020. Disponível em: Acesso em: 3 de abr. de 2020.

O vírus que causa o COVID-19 e o que causou o surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) estão relacionados entre si geneticamente, mas as doenças que causam são bem diferentes. A SARS foi mais mortal, mas muito menos infecciosa que a COVID-19.

Referência:

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Coronavírus, c2020. Disponível em: . Acesso em: 31 mar. 2020.

Ainda não existem estudos que comprovem essa relação. Estudos até o
momento sugerem que a transmissão do coronavírus costuma ocorrer com a
inalação de gotículas que uma pessoa com COVID-19 espalhou através da tosse ou
da expiração ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:
● gotículas de saliva;
● espirro;
● tosse;
● catarro;
● contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
● contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a
boca, nariz ou olhos.


Referências:

ANVISA. Agência de Vigilância Sanitária: Coronavírus, c2020. Dispovivel
em: http://portal.anvisa.gov.br/coronavirus/faq. Acesso em: 31 mar. 2020.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Perguntas e respostas sobre a
doença de coronavírus, c2020. Disponível em:
https://www.who.int/es/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/advice-for-pub
lic/q-a-coronaviruses. Acesso em: 31 mar. 2020.

Estudos demonstram que o vírus não causa pneumonia de imediato. Segundo a Organização Mundial da Saúde, os principais sintomas são: febre, tosse e dificuldade para respirar, semelhantes com um resfriado, porém, podem causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. (“COVID-19”, 2020).

Referência:

COVID-19. Disponível em: . Acesso em: 6 abr. 2020.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso de preparações alcoólicas em substituição a tradicional lavagem das mãos com água e sabão, quando estas não estiverem visivelmente ou contaminadas com material orgânico.


Referências:

PRADO, Maria Fernanda do; MARAN, Edilaine. Desafio ao uso das preparações alcoólicas para higienização das mãos nos serviços de saúde. Escola Anna Nery, Rio de Janeiro, vol. 18, n. 1, jul./sep. 2014. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-81452014000300544&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 3 abr. 2020.

Não existem evidências científicas para isso. Segundo a OMS, antibióticos não funcionam contra vírus, eles funcionam apenas em infecções bacterianas. O Covid-19 é causado por um vírus, portanto os antibióticos não funcionam. Antibióticos não devem ser usados como um meio de prevenção ou tratamento de Covid-19. Eles devem ser usados conforme indicação médica para tratar uma infecção bacteriana.

Referências:

GUIMARÃES, Denise Oliveira; MOMESSO, Luciano da Silva; PUPO, Mônica Tallarico. Antibióticos: importância terapêutica e perspectivas para a descoberta e desenvolvimento de novos agentes. Química Nova, Ribeirão Preto – São Paulo, V. 33, ed. 3, p. 667-679, Fevereiro, 2010. Disponível em: . Acesso em: 01 Abr 2020

FERREIRA, B. et al. Antibióticos e antirretrovirais: uma abordagem biotecnológica. Revista Saúde e Desenvolvimento. [S.l], v.11, ed. 9, p.235-248, 2017. Disponível em: . Acesso em: 01 Abr 2020.

SILVA, LAL. Antibióticos inibidores da biossíntese da parede celular e membrana plasmática bacteriana: uma revisão de literatura. 2019. 14f. Trabalho de conclusão de curso [Pós-Graduação] – Faculdade Cathedral I-BRAS – Instituto Brasil de Pós-graduação, Capacitação e Assessoria, Maceió, 2019. Disponível em: . Acesso em: 01 Abr 2020.

CORONAVÍRUS. Organização Mundial da Saúde, c2020. Disponível em: . Acesso em: 01 Abr. de 2020.

Não existe comprovação científica para isso. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a contaminação por mercadorias comerciais vindo de áreas em que o COVID-19 tenha sido relatado apresenta baixa probabilidade, pois essas mercadorias ao serem transportadas estão expostas a diferentes condições de temperatura. O Ministério da Saúde coloca ainda, que o novo coronavírus não sobrevive muito tempo fora do corpo de outros seres vivos, e que devido ao tempo de tráfego destes produtos serem longo, ou seja, durar vários dias, o coronavírus não sobrevive.

Referências:

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19). Organização Mundial da Saúde, c2020. Disponível em: . Acesso em: 07 abr. de 2020.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Um ano saúde sem fake News. Brasília: 2020. Disponível em: . Acesso em: 07 abr. 2020.

Segundo O Ministério da Saúde, não existem evidências que comprovem que os produtos enviados da China para o Brasil tragam o vírus. O vírus só é transmitido entre humanos e não sobrevive mais do que 24h fora do organismo humano ou animal, mas podendo, em algumas superfícies, sobreviver até 72h.

Referências:

Estabilidade em superfície do SARS-CoV-2 em comparação ao SARS-CoV-1 – traduzido para o português. The New England Journal of Medicine, Massachusetts Medical Society, 17 de mar. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 1° de abr. de 2020.

É fake que produtos importados da China podem conter coronavírus. G1, [S.I.], 7 de fev. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 30 de mar. de 2020.

MEDEIROS, Israel. Novo coronavírus sobrevive até 72 horas em algumas superfícies. Correio Braziliense, [S.I.], 24 de mar. de 2020. Disponível em . Acesso em: 30 de mar. de 2020.

Não existem estudos que comprovem essa relação. Segundo o Conselho Federal de Química (CFQ) informou, em nota, que o vinagre é um “produto relativamente ineficaz na destruição de microrganismos”, uma vez que sua composição é a base de ácido acético, um ácido considerado fraco que é pouco eficaz na desnaturação de proteínas. Sendo assim, ele não conseguiria prevenir a transmissão do coronavírus. O álcool gel, por sua vez, é recomendado para higienização. O vírus é revestido com uma camada de gordura que dissolve em contato com sabão ou álcool, causando sua morte.

Referências:

XIV ENCONTRO LATINO AMERICANO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E X ENCONTRO LATINO AMERICANO DE PÓS – GRADUAÇÃO, 2010, São José dos Campos-SP. Estudo da Eficácia de amostras comerciais de álcool – gel a 70% […]. Ribeirão preto – São Paulo: Univap, [2010 ou 2011]. 4 p. Disponível em: . Acesso em: 30 mar 2020.

CONSELHO FEDERAL DE QUÍMICA. Nota Oficial – propriedades do álcool gel. Brasília: 2020.Disponível em: Acesso em: 30 mar 2020.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Coronavírus. Brasília: 2020. Disponível em: . Acesso em: 30 mar 2020.

ANVISA. Segurança do Paciente: Higienização das mãos. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em: Acesso em: 31 mar 2020.

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