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02.05 Existe risco de reinfecção?

Até o momento não há nada que comprove a isenção ou o risco de reinfecção dos pacientes convalescente. Os casos de pacientes que receberam alta com SARS-CoV-2 indetectável terem apresentado-se re-positivos durante a detecção viral despertou uma preocupação mundial. No entanto, Maria Van Kerkhove, líder técnica da OMS para Covid-19, explicou que um resultado “positivo” após uma infecção inicial é relativo ao processo de cura do organismo e não uma reinfecção.
Um estudo realizado com primatas não humanos objetivou rastrear o status infeccioso longitudinal desde a infecção primária por SARS-CoV-2 até a reinfecção pela mesma cepa viral, os resultados mostraram que os macacos re-desafiados com a mesma cepa de SARS-CoV-2 não obtiveram êxito em produzir disseminação viral detectável, manifestações clínicas e alterações histopatológicas (BAO et al., 2020).
No entanto, é importante salientar que as observações e detecções foram
feitas dentro de um espaço de tempo relativamente curto em que os anticorpos neutralizantes ainda estão no platô após uma infecção primária. Mais que isso, os macacos infectados foram afetados (apresentaram pneumonia) de formas leves ou moderadas. Ademais, a imunidade desencadeada pela infecção primária nas mucosas respiratórias/ intestinais e nos linfonodos locais podem prevenir de forma substancial uma invasão viral recentemente combatida (BAO et al., 2020).

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