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10.03 Aleitamento materno e Covid-19

Pouco se sabe sobre as consequências diretas da amamentação de crianças
por mães diagnosticadas por Covid-19. A falta de estudos e até mesmo a falta de população a ser estudada dificulta a emissão de uma informação clara e precisa (NETO, 2020), em um dos poucos estudos clínicos realizados foi pesquisada a presença do vírus no sangue do cordão umbilical, leite materno e swab da orofaringe do recém-nascido porém em todas as amostras o resultado foi negativo (Chen, Gou, Wang, et. al., 2020).
Com isso, por falta de comprovação que o aleitamento materno possa
disseminar o vírus, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) é
importante prosseguir a manutenção da amamentação. É importante salientar que a amamentação é um dos principais meios de fortalecimento do sistema imunológico da criança e superam quaisquer riscos potenciais de transmissão do vírus (IBFAN, 2020).
Porém todo cuidado deve ser dobrado principalmente no período de
amamentação, realizando todas as práticas de combate ao vírus como: Lavar as mãos com água e sabão durante 40 (quarenta) segundos ou higienizar com álcool em gel à 70% ou espuma por 20 segundos antes de tocar no bebê ou antes de retirar o leite materno; Usar máscara facial durante as mamadas; troca de máscaras a cada tosse, espirro ou a cada mamada; evitar tocar nas mãos do bebê e que a mãe coloque as mãos no rosto e cabelo da mãe; seguir rigorosamente as orientações de higienização das bombas de extração; Pedir que alguém saudável alimente a criança com uma xícara e uma colher (FIOCRUZ, 2020)

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