{"id":39155,"date":"2025-11-24T16:25:27","date_gmt":"2025-11-24T19:25:27","guid":{"rendered":"https:\/\/sds.unb.br\/?p=39155"},"modified":"2025-11-24T16:25:28","modified_gmt":"2025-11-24T19:25:28","slug":"estudo-indica-crescimento-dos-ultraprocessados-na-alimentacao-em-diferentes-paises-incluindo-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/estudo-indica-crescimento-dos-ultraprocessados-na-alimentacao-em-diferentes-paises-incluindo-o-brasil\/","title":{"rendered":"Estudo indica Crescimento dos Ultraprocessados na Alimenta\u00e7\u00e3o em Diferentes Pa\u00edses, incluindo o Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O consumo de ultraprocessados no Brasil mais que duplicou desde os anos 80, <strong>subindo de 10% para 23% da alimenta\u00e7\u00e3o,<\/strong> segundo uma s\u00e9rie de estudos conduzidos por pesquisadores da USP e divulgados na revista <em>Lancet<\/em>.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise mostra que essa tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 exclusiva do pa\u00eds,<strong> j\u00e1 que dados de 93 na\u00e7\u00f5es indicam aumento generalizado, exceto no Reino Unido, onde o \u00edndice permanece em torno de 50%<\/strong>. Esse avan\u00e7o aparece em pa\u00edses de diferentes n\u00edveis de renda, com maior crescimento onde o consumo era inicialmente menor.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores destacam que o cen\u00e1rio \u00e9 complexo e influenciado tanto por fatores econ\u00f4micos quanto culturais, j\u00e1 que pa\u00edses com renda semelhante apresentam padr\u00f5es distintos. O<strong> relat\u00f3rio lembra que os ultraprocessados ganharam espa\u00e7o ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial <\/strong>e se espalharam rapidamente com a globaliza\u00e7\u00e3o a partir dos anos 80, acompanhando o crescimento de doen\u00e7as como obesidade, diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo de cientistas defende medidas para frear esse avan\u00e7o,<strong> como rotulagem mais clara para aditivos e excesso de a\u00e7\u00facar, sal e gordura, al\u00e9m da restri\u00e7\u00e3o desses produtos em escolas e hospitais<\/strong>. Nessa \u00e1rea, o Brasil \u00e9 citado como refer\u00eancia por meio do PNAE, <strong>Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar, <\/strong>\u00a0que ampliou a oferta de alimentos frescos nas escolas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0Os pesquisadores refor\u00e7am que o aumento no consumo n\u00e3o \u00e9 fruto de escolhas individuais, mas <strong>resultado da atua\u00e7\u00e3o de grandes corpora\u00e7\u00f5es que usam ingredientes baratos, forte apelo visual e estrat\u00e9gias agressivas de marketing para impulsionar as vendas.<\/strong> As evid\u00eancias acumuladas mostram que dietas ricas em ultraprocessados est\u00e3o ligadas \u00e0 ingest\u00e3o excessiva de calorias, menor qualidade nutricional e maior contato com subst\u00e2ncias nocivas, e uma revis\u00e3o de mais de cem estudos de longo prazo apontou que a grande maioria deles associa esses produtos ao risco elevado de v\u00e1rias doen\u00e7as cr\u00f4nicas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Clique <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-11\/ultraprocessados-ja-sao-quase-um-quarto-da-alimentacao-dos-brasileiros\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-11\/ultraprocessados-ja-sao-quase-um-quarto-da-alimentacao-dos-brasileiros\">aqui<\/a> para saber mais! <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O consumo de ultraprocessados no Brasil mais que duplicou desde os anos 80, subindo de 10% para 23% da alimenta\u00e7\u00e3o, segundo uma s\u00e9rie de estudos conduzidos por pesquisadores da USP e divulgados na revista Lancet.\u00a0 A an\u00e1lise mostra que essa tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 exclusiva do pa\u00eds, j\u00e1 que dados de 93 na\u00e7\u00f5es indicam aumento generalizado, exceto no Reino Unido, onde o \u00edndice permanece em torno de&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sds.unb.br\/es\/estudo-indica-crescimento-dos-ultraprocessados-na-alimentacao-em-diferentes-paises-incluindo-o-brasil\/\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>","protected":false},"author":28,"featured_media":39156,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[156],"tags":[62],"tnc_tax_1420":[],"class_list":{"0":"post-39155","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias","8":"tag-noticias"},"views":527,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39155","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39155"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39155\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39157,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39155\/revisions\/39157"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39156"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39155"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39155"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39155"},{"taxonomy":"tnc_tax_1420","embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tnc_tax_1420?post=39155"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}