{"id":29570,"date":"2022-09-15T15:11:38","date_gmt":"2022-09-15T18:11:38","guid":{"rendered":"https:\/\/sds.unb.br\/?p=29570"},"modified":"2023-01-17T15:31:58","modified_gmt":"2023-01-17T18:31:58","slug":"polionodf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/polionodf\/","title":{"rendered":"De 160 mil crian\u00e7as do p\u00fablico-alvo, DF s\u00f3 aplicou \u00bc das doses contra a Poliomielite"},"content":{"rendered":"<p>Por: Comunica\u00e7\u00e3o SDS<\/p>\n\n\n\n<p><em>Cobertura vacinal corresponde a 26% do esperado, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Crian\u00e7as de at\u00e9 4 anos devem ser imunizadas contra a doen\u00e7a, tamb\u00e9m conhecida como p\u00f3lio ou como paralisia infantil.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS) demonstram que a cobertura vacinal contra a poliomielite ainda \u00e9 insuficiente no DF, apesar da campanha em \u00e2mbito nacional. Segundo o painel de vacina\u00e7\u00e3o do MS, foram aplicadas cerca de 41 mil doses at\u00e9 o momento, o que equivale a 26% do esperado. Em todos os grupos de popula\u00e7\u00e3o-alvo, crian\u00e7as de at\u00e9 5 anos, os n\u00fameros s\u00e3o inferiores \u00e0 expectativa. Veja abaixo:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/gruzIYwZtKCP9bLjDfP1WN92qccRRr2rsiyADZimXu7kQR4Ti1cBsgPOZuYwCw_a5x_08mpwe9fgecv7yvR1bNtVRNXIlCeizNaQeiDF_0ml16w1BNmMRpIQs9fKVhqqV6QxdR1upH29t8qWKU9hQ1i5oGtJDDF5kB55ZfjVuA5gCDtqvrBuSt_NPeDi\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Fonte: Painel de Vacina\u00e7\u00e3o contra Poliomielite do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2022<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Dentre todos os estados, o DF \u00e9 o 6\u00ba em menor cobertura vacinal, ficando \u00e0 frente apenas de Roraima, Acre, Amap\u00e1, Rond\u00f4nia e Tocantins. Em Roraima, foram aplicadas apenas 8 mil doses de vacina nos beb\u00eas e crian\u00e7as, o que corresponde a 17% do p\u00fablico-alvo, de acordo com o painel de vacina\u00e7\u00e3o do MS. No Brasil, todas as crian\u00e7as menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas conforme esquema de vacina\u00e7\u00e3o de rotina e na campanha nacional anual. O esquema vacinal contra a poliomielite \u00e9 de tr\u00eas doses da vacina injet\u00e1vel (aos 2, 4 e 6 meses) e mais duas doses de refor\u00e7o com a vacina de gotinha. A campanha de 2022 espera vacinar mais de 11 milh\u00f5es de crian\u00e7as at\u00e9 o fim do m\u00eas de setembro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isabela Ribeiro, 26 anos, n\u00e3o faz parte do grande n\u00famero de m\u00e3es e pais que n\u00e3o vacinaram seus filhos(as). A pedagoga n\u00e3o perdeu tempo e j\u00e1 levou seu filho Bernardo, de 2 anos e 9 meses, para se imunizar contra a poliomielite. A m\u00e3e tamb\u00e9m cita que a caderneta de vacina\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a est\u00e1 completa, incluindo portanto todas as vacinas necess\u00e1rias para o bom desenvolvimento de seu filho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"425\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/1nb87s7Xb55OINxMwPDNlIO5B51rghYDRm5ULK9aT___xQG8gkeC8fMiNkAfz5Wd77v7Rild2pGGXnbUU8mWbSPS3UJBUr8f5saZiLoPuyPetGuE7UGK4gVqgj2ciNvlRhIAzJvR5cXlx6MY-jAh88KtGzREuUhEguIS6pHEcy1tcF2Jw736PRzjqsVx\"><br>Bernardo, 2 anos e 9 meses, com sua caderneta de vacina\u00e7\u00e3o em dia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Baixa Cobertura Vacinal em todo o pa\u00eds<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A baixa cobertura vacinal em decr\u00e9scimo constante no Brasil, desde 2016, e o enfraquecimento das a\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica preocupa os profissionais da \u00e1rea, pois aumenta o risco de reintrodu\u00e7\u00e3o da poliomielite.&nbsp;A meta de imuniza\u00e7\u00e3o no \u00faltimo ano era de 95%, mas a taxa de crian\u00e7as com esquema vacinal completo, ou seja, tr\u00eas doses no primeiro ano de vida foi de apenas 67,71%. Al\u00e9m da imuniza\u00e7\u00e3o, a Iniciativa de Erradica\u00e7\u00e3o Mundial da Poliomielite (1988) estabelece como a\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica um sistema de vigil\u00e2ncia sens\u00edvel para a identifica\u00e7\u00e3o de casos precoces aut\u00f3ctones ou importados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Poliomielite<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a <a href=\"https:\/\/www.paho.org\/pt\/brasil\">Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade<\/a> (OPAS),<a href=\"https:\/\/www.paho.org\/pt\/topicos\/poliomielite\"> mais de 16 milh\u00f5es de pessoas que hoje s\u00e3o capazes de andar teriam ficado paralisadas<\/a>. Estima-se que 1,5 milh\u00e3o de mortes na inf\u00e2ncia tenham sido evitadas, por meio da administra\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de vitamina A durante as atividades de imuniza\u00e7\u00e3o contra p\u00f3lio. Segundo a organiza\u00e7\u00e3o, o Brasil est\u00e1 na lista de pa\u00edses em que existe risco de volta da poliomielite.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Poliomielite \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o viral aguda causada por um dos tr\u00eas poliov\u00edrus existentes. \u00c9 uma doen\u00e7a contagiosa, que ataca o sistema neurol\u00f3gico afetando o corpo inteiro podendo causar paralisia dos movimentos musculares.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Cen\u00e1rios como o da Poliomielite demonstram a import\u00e2ncia da vigil\u00e2ncia em sa\u00fade no pa\u00eds. Detectar situa\u00e7\u00f5es de risco, prevenir a ocorr\u00eancia do evento e, em situa\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis, orientar e prover resposta adequada, r\u00e1pida e proporcional s\u00e3o atividades que enfrentam um certo entrave em um cen\u00e1rio com amea\u00e7as \u00e0 sa\u00fade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Ag\u00eancia de Seguran\u00e7a da Sa\u00fade do Reino Unido (UKHSA), houve <a href=\"https:\/\/www.gov.uk\/government\/news\/poliovirus-detected-in-sewage-from-north-and-east-london\">uma recente descoberta de Poliov\u00edrus<\/a> no esgoto das regi\u00f5es Leste e Norte de Londres, na Inglaterra, o que alerta para as vigil\u00e2ncias epidemiol\u00f3gicas do mundo inteiro. Apesar de n\u00e3o haver casos confirmados associados \u00e0 paralisia, a possibilidade de transmiss\u00e3o comunit\u00e1ria \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A vigil\u00e2ncia faz parte das pr\u00e1ticas de aten\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade dos cidad\u00e3os e dos mecanismos adotados para preven\u00e7\u00e3o de&nbsp; doen\u00e7as. De maneira geral, \u00e9 um conjunto de procedimentos atrelados a diversas \u00e1reas, tais como pol\u00edtica e planejamento, territorializa\u00e7\u00e3o, epidemiologia, processo sa\u00fade-doen\u00e7a, condi\u00e7\u00f5es de vida e situa\u00e7\u00e3o de sa\u00fade das popula\u00e7\u00f5es, ambiente e sa\u00fade e processo de trabalho. Para tanto, \u00e9 dividida em epidemiol\u00f3gica, ambiental, sanit\u00e1ria e sa\u00fade do trabalhador.<\/p>\n\n\n\n<p>F\u00e1cil de explicar, mas dif\u00edcil de implementar. Profissionais de vigil\u00e2ncia em sa\u00fade enfrentam diariamente uma gama de empecilhos que v\u00e3o desde a dificuldade de padronizar procedimentos Brasil adentro at\u00e9 mudan\u00e7as estabelecidas em epidemias em andamento. Fato que aconteceu com a vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica de <em>Monkeypox,<\/em> depois que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) deixou de diferenciar pa\u00edses end\u00eamicos e n\u00e3o end\u00eamicos, para uma resposta unificada ao evento.<\/p>\n\n\n\n<p>A exig\u00eancia constante \u00e9 por profissionais de sa\u00fade munidos de informa\u00e7\u00f5es sistematizadas e atualizadas sobre as a\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica e medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle das doen\u00e7as transmiss\u00edveis. O objetivo \u00e9 nobre, busca melhorar a condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o pela elimina\u00e7\u00e3o e atenua\u00e7\u00e3o dos riscos associados \u00e0 dissemina\u00e7\u00e3o persistente com grande impacto sobre a morbimortalidade que as doen\u00e7as apresentam. Por outro lado, as condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o prec\u00e1rias e a estabilidade n\u00e3o \u00e9 assegurada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tomada de decis\u00f5es dentro da Vigil\u00e2ncia&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Hospitais, por exemplo, possuem grandes quantidades de dados que nem sempre s\u00e3o transformados em informa\u00e7\u00e3o para subsidiar a tomada de decis\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o hospitalar e de gestores municipais, estaduais ou federais. Projetos integrados s\u00e3o dif\u00edceis de implementar por conta da ado\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00f5es que extrapolam a compet\u00eancia das secretarias de sa\u00fade ou exigem mais recursos, inclusive por parte de institui\u00e7\u00f5es de outros n\u00edveis de governo. A sobrecarga das atividades desempenhadas caminham para o limite do esgotamento f\u00edsico e mental e o n\u00famero de equipes insuficiente para as demandas assistenciais em atividades de vigil\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Detectar situa\u00e7\u00f5es de risco, prevenir a ocorr\u00eancia do evento e, em situa\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis, orientar e prover resposta adequada, r\u00e1pida e proporcional s\u00e3o atividades que enfrentam um certo entrave em um cen\u00e1rio com amea\u00e7as \u00e0 sa\u00fade distribu\u00eddas globalmente exigindo alternativas inovadoras para sistemas tradicionais de vigil\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Promo\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o e controle da Sa\u00fade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sob outra perspectiva, os n\u00facleos de epidemiologia representam um grande avan\u00e7o institucional para a qualidade e organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, considerando a capacidade potencial de vigil\u00e2ncia.&nbsp; Refletindo diretamente na execu\u00e7\u00e3o de procedimentos assistenciais e a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o e controle.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram estudos e compara\u00e7\u00f5es das equipes de vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica, por exemplo, que permitiram que as autoridades sanit\u00e1rias tra\u00e7assem estrat\u00e9gias para tentar reduzir o cont\u00e1gio massivo pela Covid 19 nos \u00faltimos anos. Uma de suas principais atribui\u00e7\u00f5es \u00e9&nbsp; a de fornecer orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica permanente para os profissionais de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>A reavalia\u00e7\u00e3o de planos periodicamente faz parte do processo da vigil\u00e2ncia, que por sua vez \u00e9 din\u00e2mico e a todo o momento podem surgir novos eventos de interesse de sa\u00fade p\u00fablica e por isso devem ser aprimorados os processos de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/publicacoes\/guia_vigilancia_epidemiologica_7ed.pdf\">Guia de Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica<\/a> \u00e9 um importante instrumento de divulga\u00e7\u00e3o das normas e procedimentos de vigil\u00e2ncia e controle de doen\u00e7as transmiss\u00edveis de interesse para o Sistema Nacional de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade. A elabora\u00e7\u00e3o do Guia \u00e9 atribui\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e se mostra essencial para assegurar a padroniza\u00e7\u00e3o de procedimentos em todo o pa\u00eds e permitir a ado\u00e7\u00e3o das medidas capazes de prevenir e controlar as doen\u00e7as transmiss\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/pensesus.fiocruz.br\/vigilancia-em-saude\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe id=\"iframePDF\" name=\"iframePDF\" src=\"https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/publicacoes\/secretaria_vigilancia_saude_desafios_perspectivas_relatorio_gestao_2019_2020.pdf\" width='100%' height='640px'  allowfullscreen webkitallowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www5.ensp.fiocruz.br\/biblioteca\/dados\/txt_424619245.pdf\">http:\/\/www5.ensp.fiocruz.br\/biblioteca\/dados\/txt_424619245.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/www.paho.org\/pt\/topicos\/poliomielite\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/portal.fiocruz.br\/noticia\/pesquisadores-da-fiocruz-alertam-para-risco-de-retorno-da-poliomielite-no-brasil\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe id=\"iframePDF\" name=\"iframePDF\" src=\"https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/publicacoes\/vigilancia_epidemiologica_poliomielite.pdf\" width='100%' height='640px'  allowfullscreen webkitallowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/portalsinan.saude.gov.br\/paralisia-flacida-aguda-poliomielite\">http:\/\/portalsinan.saude.gov.br\/paralisia-flacida-aguda-poliomielite<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe id=\"iframePDF\" name=\"iframePDF\" src=\"https:\/\/portal.saude.sp.gov.br\/resources\/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica\/areas-de-vigilancia\/doencas-transmitidas-por-agua-e-alimentos\/documento_tecnico_polio_2022.pdf\" width='100%' height='640px'  allowfullscreen webkitallowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Comunica\u00e7\u00e3o SDS Cobertura vacinal corresponde a 26% do esperado, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Crian\u00e7as de at\u00e9 4 anos devem ser imunizadas contra a doen\u00e7a, tamb\u00e9m conhecida como p\u00f3lio ou como paralisia infantil. Informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS) demonstram que a cobertura vacinal contra a poliomielite ainda \u00e9 insuficiente no DF, apesar da campanha em \u00e2mbito nacional. Segundo o painel de vacina\u00e7\u00e3o do MS,&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sds.unb.br\/es\/polionodf\/\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>","protected":false},"author":28,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[197,210],"tags":[103,62,306,307,308],"tnc_tax_1420":[],"class_list":{"0":"post-29570","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-banner_home","7":"category-sem-categoria-pt","8":"tag-destaque","9":"tag-noticias","10":"tag-poliomielite","11":"tag-poliomielitenodf","12":"tag-vacinacaonodf"},"views":559,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29570","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29570"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29570\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":31202,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29570\/revisions\/31202"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29570"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29570"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29570"},{"taxonomy":"tnc_tax_1420","embeddable":true,"href":"https:\/\/sds.unb.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tnc_tax_1420?post=29570"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}