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  Os efeitos da transição nutricional no Brasil 

A transição nutricional no Brasil caracteriza-se por mudanças significativas nos padrões alimentares e no perfil nutricional da população ao longo das últimas décadas. Esse processo envolve a redução da desnutrição, associada à melhora das condições socioeconômicas e de acesso aos alimentos, ao mesmo tempo em que ocorre o aumento excesso de peso (sobrepeso e obesidade). Trata-se de uma mudança relacionada à urbanização, industrialização e mudanças no estilo de vida da população brasileira.  

Um dos principais impactos dessa transição é a alteração no padrão alimentar, com redução do consumo de alimentos in natura e aumento do consumo de ultraprocessados. Esse novo padrão alimentar está diretamente relacionado à praticidade e ao ritmo acelerado da urbanização, além da maior oferta desses alimentos no mercado, como consequência, há um aumento da ingestão calórica e redução da qualidade nutricional da dieta, ou seja, menor variedade de nutrientes e maior teor de açúcares, gorduras e sódio. 

Outro fator importante é o surgimento da chamada “dupla carga” de doenças, que coexistem com a desnutrição e o excesso de peso, especialmente em populações mais vulneráveis. Mesmo com a redução da desnutrição, ainda persistem carências nutricionais, enquanto cresce a prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e doenças cardiovasculares. 

Por fim, a transição nutricional também demonstra as desigualdades sociais no Brasil, já que seus efeitos não ocorrem de forma homogênea entre as regiões e grupos populacionais. Populações de menor renda tendem a apresentar maior vulnerabilidade tanto à insegurança alimentar quanto ao consumo de alimentos de baixa qualidade nutricional, como os ultraprocessados. Assim, esse processo representa um grande desafio para as políticas públicas de saúde e alimentação no país.


COSTA, R. S. da et al. Transição nutricional e seus efeitos na mudança dos hábitos alimentares na Amazônia Legal brasileira. Revista DCS, 2023.

LANG, R. M. F. et al. A transição nutricional e a população infanto-juvenil: medidas de prevenção contra a obesidade. Nutrire, São Paulo, v. 36, n. 2, p. 125-140, 2011.

A transição nutricional no Brasil caracteriza-se por mudanças significativas nos padrões alimentares e no perfil nutricional da população ao longo das últimas décadas. Esse processo envolve a redução da desnutrição, associada à melhora das condições socioeconômicas e de acesso aos alimentos, ao mesmo tempo em que ocorre o aumento excesso de peso (sobrepeso e obesidade). Trata-se de uma mudança relacionada à urbanização, industrialização e mudanças no estilo de vida da população brasileira.  

Um dos principais impactos dessa transição é a alteração no padrão alimentar, com redução do consumo de alimentos in natura e aumento do consumo de ultraprocessados. Esse novo padrão alimentar está diretamente relacionado à praticidade e ao ritmo acelerado da urbanização, além da maior oferta desses alimentos no mercado, como consequência, há um aumento da ingestão calórica e redução da qualidade nutricional da dieta, ou seja, menor variedade de nutrientes e maior teor de açúcares, gorduras e sódio. 

Outro fator importante é o surgimento da chamada “dupla carga” de doenças, que coexistem com a desnutrição e o excesso de peso, especialmente em populações mais vulneráveis. Mesmo com a redução da desnutrição, ainda persistem carências nutricionais, enquanto cresce a prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e doenças cardiovasculares. 

Por fim, a transição nutricional também demonstra as desigualdades sociais no Brasil, já que seus efeitos não ocorrem de forma homogênea entre as regiões e grupos populacionais. Populações de menor renda tendem a apresentar maior vulnerabilidade tanto à insegurança alimentar quanto ao consumo de alimentos de baixa qualidade nutricional, como os ultraprocessados. Assim, esse processo representa um grande desafio para as políticas públicas de saúde e alimentação no país.

A transição nutricional no Brasil caracteriza-se por mudanças significativas nos padrões alimentares e no perfil nutricional da população ao longo das últimas décadas. Esse processo envolve a redução da desnutrição, associada à melhora das condições socioeconômicas e de acesso aos alimentos, ao mesmo tempo em que ocorre o aumento excesso de peso (sobrepeso e obesidade). Trata-se de uma mudança relacionada à urbanização, industrialização e mudanças no estilo de vida da população brasileira.  

Um dos principais impactos dessa transição é a alteração no padrão alimentar, com redução do consumo de alimentos in natura e aumento do consumo de ultraprocessados. Esse novo padrão alimentar está diretamente relacionado à praticidade e ao ritmo acelerado da urbanização, além da maior oferta desses alimentos no mercado, como consequência, há um aumento da ingestão calórica e redução da qualidade nutricional da dieta, ou seja, menor variedade de nutrientes e maior teor de açúcares, gorduras e sódio. 

Outro fator importante é o surgimento da chamada “dupla carga” de doenças, que coexistem com a desnutrição e o excesso de peso, especialmente em populações mais vulneráveis. Mesmo com a redução da desnutrição, ainda persistem carências nutricionais, enquanto cresce a prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e doenças cardiovasculares. 

Por fim, a transição nutricional também demonstra as desigualdades sociais no Brasil, já que seus efeitos não ocorrem de forma homogênea entre as regiões e grupos populacionais. Populações de menor renda tendem a apresentar maior vulnerabilidade tanto à insegurança alimentar quanto ao consumo de alimentos de baixa qualidade nutricional, como os ultraprocessados. Assim, esse processo representa um grande desafio para as políticas públicas de saúde e alimentação no país.

COSTA, R. S. da et al. Transição nutricional e seus efeitos na mudança dos hábitos alimentares na Amazônia Legal brasileira. Revista DCS, 2023.

BATISTA FILHO, M.; RISSIN, A. A transição nutricional no Brasil. Cadernos de Saúde Pública. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/r3GLHShDsgtt5JPKBYL7G3x/.

LANG, R. M. F. et al. A transição nutricional e a população infanto-juvenil: medidas de prevenção contra a obesidade. Nutrire, São Paulo, v. 36, n. 2, p. 125-140, 2011.


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