A capital paulista confirmou o segundo episódio de sarampo em 2025, identificado em um adulto de 27 anos que não possuía esquema vacinal atualizado e havia retornado recentemente de viagem internacional. O paciente foi avaliado pela rede de saúde, apresentou evolução clínica satisfatória e já recebeu alta. De acordo com os órgãos de vigilância, não há indícios de transmissão do vírus a outras pessoas, sendo o caso classificado como importado.
No Brasil, os registros de sarampo ao longo do ano têm sido relacionados a infecções adquiridas fora do território nacional. A ausência de circulação sustentada do vírus tem permitido ao país manter o reconhecimento internacional de área livre da transmissão endêmica da doença. Ainda assim, especialistas alertam que a redução na cobertura vacinal cria condições favoráveis para novos episódios, especialmente em grandes centros urbanos com intenso fluxo de pessoas.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por gotículas respiratórias, capaz de se espalhar rapidamente entre indivíduos não imunizados. Além dos sintomas iniciais, como febre elevada e manifestações cutâneas, a infecção pode evoluir para complicações graves, incluindo comprometimentos respiratórios e neurológicos. A vacinação continua sendo a principal estratégia de prevenção, com eficácia comprovada tanto na proteção individual quanto coletiva.
Diante do aumento de casos em outros países das Américas, autoridades de saúde reforçam a necessidade de manter ações contínuas de vigilância epidemiológica, identificação precoce de casos suspeitos e ampliação do acesso à imunização. A atualização do calendário vacinal é considerada essencial para evitar a reintrodução do vírus e proteger a população.
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